Acredito que um dos eventos que nos faz compreender essa forma de trabalhar dos hackers é o Fórum Internacional do Software Livre (FISL) tradicional evento da comunidade hacker organizado pela Associação de Software Livre.
O evento reúne muitos participantes, um dos mais importante sobre tecnologia livre da América Latina. Considerando a perspectiva da liberdade, segundo Sérgio Amadeu, na base do pensamento hacker está "enraizada a ideia de que as informações, inclusive o conhecimento, não deve ser propriedade de ninguém, e mesmo se forem, a cópia de informações não agride ninguém dada a natureza intangível dos dados.
Como professora vejo que a cultura hacker que envolve a ética, a resolução de problemas, compartilhamento das informações novas com toda a comunidade, a defesa pelo conhecimento livre e aberto tem um grande potencial para os processos educacionais formais, que em geral precisa avançar no que se refere a processos mais horizontalizados na relação professor e aluno. Mas claro isso envolve aspectos como infraestrutura, formação, carreira, salário e condições de trabalho.
Definitivamente, nós, educadores, temos que trabalhar, desde a educação, sobre esse conceito ainda incompreendido. Muitos de nossos blogs falam sobre essa ideia errada de vincular o hacker com os bandidos e criminosos, ideia presente em todos nossos países; porém, acho que juntos estamos descobrindo um mundo maravilhoso.
ResponderExcluirImportante trazer o FISL, importante evento que acontece em nosso país, em Porto Alegre, há muitos anos, e que agrega hackers de todas as idades para pensar e desenvolver tecnologias abertas. Temos muitos materiais na rede sobre o FISL - indique alguns deles para que os que não conhecem possam explorar um pouquinho mais.
ResponderExcluirQue legal o FISL!!! Eu não sabia da existência desse fórum no Brasil e gostaria saber mais de isso!! A única coisa que sei relacionada à disseminação das TIC no México é Campus Party, um evento que é caro e acho nada tem a ver com a cultura hacker (tanto quanto eu entendo). Na verdade, conheço um dos fundadores (um moço espanhol) que levou o evento ao meu país. Eu fui livre duas vezes porque dei palestras sobre das Alterações Climáticas (climate change) para os participantes. E olhava um pouquinho, kkkk... Abçs PATRICIA
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