Acredito que um dos eventos que nos faz compreender essa forma de trabalhar dos hackers é o Fórum Internacional do Software Livre (FISL) tradicional evento da comunidade hacker organizado pela Associação de Software Livre.
O evento reúne muitos participantes, um dos mais importante sobre tecnologia livre da América Latina. Considerando a perspectiva da liberdade, segundo Sérgio Amadeu, na base do pensamento hacker está "enraizada a ideia de que as informações, inclusive o conhecimento, não deve ser propriedade de ninguém, e mesmo se forem, a cópia de informações não agride ninguém dada a natureza intangível dos dados.
Como professora vejo que a cultura hacker que envolve a ética, a resolução de problemas, compartilhamento das informações novas com toda a comunidade, a defesa pelo conhecimento livre e aberto tem um grande potencial para os processos educacionais formais, que em geral precisa avançar no que se refere a processos mais horizontalizados na relação professor e aluno. Mas claro isso envolve aspectos como infraestrutura, formação, carreira, salário e condições de trabalho.